5 coisas do Mercantilismo que você precisa saber

5 coisas do Mercantilismo que você precisa saber

O mercantilismo surgiu entre os séculos XV e XVIII, no período que hoje conhecemos como Idade Moderna. O conjunto de práticas econômicas foi muito difundido na Europa e, por isso, tem grande importância na história de diversos países.

Como era de se imaginar, o assunto pulsa no ENEM e nos vestibulares pelo Brasil. Para te incentivar a ter o assunto na ponta da língua, listamos 5 características que você precisa saber para suas provas.

1. Acúmulo de metais preciosos

O metalismo foi uma medida usada durante o sistema mercantilista para medir a riqueza de uma nação. Esse sistema também era conhecido como bulionismo, que deriva da palavra inglesa bullion. Esse sistema aconselhava o Estado a ter o máximo possível de metais preciosos nos cofres, como ouro e prata.

2. Protecionismo

O protecionismo foi muito utilizado na Europa durante o mercantilismo (séculos XVII e XVIII). Os reis absolutistas criavam barreiras alfandegárias, aumentando os impostos de importação. Dessa forma, dificultavam a venda de produtos do exterior em seu território, pois os produtos estrangeiros ficavam muito caros. Os produtos nacionais ficavam sempre mais baratos, atraindo os consumidores. Este protecionismo visava também evitar a saída de moedas do território nacional.

3. Balança comercial favorável

No mercantilismo, surge a ideia de que a riqueza de uma nação dependia da balança comercial favorável. Ou seja, um país rico e bem sucedido seria aquele que exportasse mais do que importasse.

4. Intervenção do Estado na Economia

A intervenção econômica governamental visava fortalecer e regulamentar a estrutura financeira do reino, possibilitando, assim, a constituir e desenvolver os exércitos e marinhas das nações. Isso beneficiava principalmente a dinastia real, que poderia fortalecer seu poder ao sair vitoriosa de conflitos, porém, a burguesia também tirava grandes vantagens da situação.

5. Incentivo ao desenvolvimento de manufaturas

Os governos estimulavam a manufatura, já que, ao serem exportados, esses produtos geravam mais lucros do que vender apenas matérias-primas ou gêneros agrícolas. Assim, as nações tinham mais facilidade para garantir uma balança comercial favorável.